
Em Esparta havia o denominado Conselho dos Éforos, composto de 5 membros eleitos anualmente pela Ápela (assembleia do povo). Tais membros eram encarregados de controlar, utilizando-se de amplos poderes, os atos da sociedade espartana. Retratados com misticismo no filme 300, do diretor Zack Snyder, os Éforos constituíam um grupo de sacerdotes leprosos que habitam o alto de uma montanha e abusam sexualmente uma jovem servida de Oráculo. São extremamente nojentos, imundos, podres, pustulentos, pestilentos e, principalmente, corruptos. São retratados como encarnações vivas da lei, sendo superiores até ao próprio Rei.
Contudo, na história real, eles obviamente não moravam num templo em uma montanha nem se constituíam em sacerdotes leprosos, e em nenhum momento exploraram sexualmente uma Oráculo.
Zack Snyder errou apenas no contexto histórico, pois os Éforos passeiam tranquilamente pelo Brasil em pleno século XXI.
Ou seja, na história real, o Conselho de Éforos está mais para Congresso Nacional brasileiro do que para órgão grego, e seus membros em nada diferem: são extremamente nojentos, imundos, podres, pustulentos, pestilentos e, principalmente, corruptos.
Os Éforos são os políticos brasileiros e a recíproca é verdadeira.
CHARLES AZEVEDO 03/02/2009

