domingo, 26 de abril de 2009
sábado, 7 de março de 2009
Congresso Nacional dos Éforos

Em Esparta havia o denominado Conselho dos Éforos, composto de 5 membros eleitos anualmente pela Ápela (assembleia do povo). Tais membros eram encarregados de controlar, utilizando-se de amplos poderes, os atos da sociedade espartana. Retratados com misticismo no filme 300, do diretor Zack Snyder, os Éforos constituíam um grupo de sacerdotes leprosos que habitam o alto de uma montanha e abusam sexualmente uma jovem servida de Oráculo. São extremamente nojentos, imundos, podres, pustulentos, pestilentos e, principalmente, corruptos. São retratados como encarnações vivas da lei, sendo superiores até ao próprio Rei.
Contudo, na história real, eles obviamente não moravam num templo em uma montanha nem se constituíam em sacerdotes leprosos, e em nenhum momento exploraram sexualmente uma Oráculo.
Zack Snyder errou apenas no contexto histórico, pois os Éforos passeiam tranquilamente pelo Brasil em pleno século XXI.
Ou seja, na história real, o Conselho de Éforos está mais para Congresso Nacional brasileiro do que para órgão grego, e seus membros em nada diferem: são extremamente nojentos, imundos, podres, pustulentos, pestilentos e, principalmente, corruptos.
Os Éforos são os políticos brasileiros e a recíproca é verdadeira.
CHARLES AZEVEDO 03/02/2009

Esperança
Uma flor para a agressão contra os animais
Uma flor para a agressão contra a mulher
Uma flor para a desestruturação familiar
Uma flor para as vítimas das guerras
Uma flor para o aquecimento global
Uma flor para as criancinhas órfãs
Uma flor para a pobreza na África
Uma flor para a corrupção política
Uma flor para a crise econômica
Uma flor para o desmatamento
Uma flor para o analfabetismo
Uma flor para o desumanismo
Uma flor para a falta de amor
Uma flor para a falta de ética
Uma flor para a intolerância
Uma flor para a imoralidade
Uma flor para o preconceito
Uma flor para a impaciência
Uma flor para o terrorismo
Uma flor para os enfermos
Uma flor para o abandono
Uma flor para a violência
Uma flor para a ditadura
Uma flor para o estresse
Uma flor para a pedofilia
Uma flor para a maldade
Uma flor para o egoísmo
Uma flor para a mentira
Uma flor para a solidão
Uma flor para a fome
Uma flor para a sede
Uma flor para a dor
Só uma flor trará de volta a esperança. Uma flor para cada tristeza desse planeta.
CHARLES AZEVEDO 13/01/2009
segunda-feira, 1 de setembro de 2008
Entrevista com Marcola

Se é ou não do Arnaldo Jabor, pouco importa....
- "Você é do PCC?"
- Mas… a solução seria…
- O que mudou nas periferias?
- Mas o que devemos fazer?
- Mas… não haveria solução?
sábado, 16 de agosto de 2008
Picadeiro
domingo, 25 de maio de 2008
Aplausos
Incessantes aplausos para a Medicina e para a Biologia, pois nenhum outro campo científico trouxe-nos tamanho auspício nessas últimas décadas.
Pós regenerativos de tecidos do corpo humano põe um sorriso no rosto de pessoas amputadas.
Pesquisas com células-tronco, quer adultas quer embrionárias, cobrem com uma aura de esperança os acometidos por doenças gravíssimas (in)curáveis.
Pela primeira vez na história, a humanidade poderá incluir em seu vocabulário os termos ex-deficiente físico e doença desincurável...
Consagrar-se-iam no rol das academias como "As Ciências" se porventura sobreviessem a ruína do capitalismo monopolista das indústrias farmacêuticas e o aumento de investimentos financeiros nas pesquisas, precipuamente na acadêmicas, que tanto suplantam a capacidade inovadora destas ou daqueloutras indústrias que adotam a finalidade lucro e abandonam a finalidade específica originária: a cura.
Não obstante os descasos financeiros na área, aplaudo veementemente os trabalhos que vêm sendo feito e que hão de ser incansavelmente desenvolvidos.
sexta-feira, 23 de maio de 2008
Retrato

"Se a população mundial estivesse toda representada em uma vila de 100 habitantes, haveria 63 asiáticos, 13 africanos, 10 europeus, 9 sul-americanos, e 5 norte-americanos. Esses poucos norte-americanos seriam donos de 59% de toda riqueza da vila; 80 pessoas viveriam em habitações precárias; 70 seriam analfabetos e 50, malnutridas.
A globalização econômica, que beneficia muitas pessoas, ainda não conseguiu reduzir as desigualdades sobre as quais as sociedades humanas construíram seu progresso. Um único morador da califórnia consome mais porteínas, água, gasolina e eletricidade que toda uma vila do Sudeste Asiático".
(Adaptado de: Veja, 27/01/2001.)
